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COMO SÃO FEITAS AS PILHAS?

As pilhas são encontradas num sem número de aparelhos do dia-a-dia, embora nunca pensemos muito nelas. O telecomando, o relógio de parede ou os brinquedos funcionam durante todo o dia. Mas como são realmente feitos os feixes de energia que têm lá dentro? Fomos ver os bastidores, na produção da VARTA em Dischingen. Nesta e na próxima questão, vislumbrará as principais fases de produção:
FASE 1: O RECETÁCULO DE AÇO
A VARTA produz quase mil milhões de pilhas de vários tamanhos por ano. A primeira fase da produção, que é também a estrutura básica de uma pilha alcalina de manganês convencional, é o recetáculo de aço que determina o tamanho da pilha (AA, AAA, etc.).
FASE 2: ANÉIS DE CÁTODO
Durante a moldagem do recetáculo, um funcionário (imagem à direita) mistura dióxido de manganês (pirolusite), grafite e eletrólito para formar um material preto granulado. Durante a fase seguinte do processo de produção, o material granulado é pressionado em anéis mate prateados nas linhas das células. Cada recetáculo de aço irá albergar quatro destes anéis.


FASE 3: O SEPARADOR
Os recetáculos abertos de aço são colocados em transportadores em forma de anel para serem levados para a linha de montagem. Uma tira de papel é enrolada num pequeno tubo e vedada na parte inferior e utilizada como separador na pilha que é introduzida no meio dos anéis mate prateados do cátodo.

FASE 4: ELETRÓLITO LÍQUIDO
Depois de colocado o separador no interior do recetáculo da pilha, este é cheio com eletrólito. O eletrólito é absorvido pelo separador e pelos anéis de cátodo, operação esta que demora cerca de 20 minutos. Um funcionário monitoriza o processo durante este tempo (imagem à esquerda).


FASE 5: O GEL DE ZINCO
Enquanto o separador está a absorver o eletrólito líquido, uma solução de zinco em pó e hidróxido de potássio é introduzida num misturador. Esta solução é misturada durante dez minutos para formar uma pasta azul-clara, o gel de zinco. O gel forma o ânodo da pilha e é então introduzido na parte interior do separador.


FASE 6: A CAVILHA COLETORA DE CORRENTE
O batente é criado num processo de pré-montagem, soldando a cavilha coletora de corrente a um disco de aço e fixando-a à junta de plástico. O disco de aço atua como polo negativo. A unidade de batente criada neste processo é então transportada para a linha de produção. É lá que é adicionada ao ânodo de gel de zinco da pilha cheia. Para se poder finalmente fechar a pilha, o bordo superior do recetáculo é dobrado sobre a unidade de batente, selando assim a pilha.
FASE 7: EMBALAMENTO
As pilhas acabadas mas ainda desguarnecidas são empilhadas em paletes na linha de produção. Nestas paletes, são empilhadas caixas com um máximo de 850 pilhas. As caixas são transferidas para um tapete transportador por um robô, ao qual os funcionários carinhosamente chamaram «Schorsch». O tapete transporta as pilhas para o processo de embalamento.

Numa fase seguinte, é colocado um invólucro nas pilhas, que são colocadas na sua embalagem, denominada blister, por um tapete transportador e outro robô.

Quando finalmente são colocadas nas prateleiras e depois no seu carrinho de compras, têm um longo caminho a percorrer. Apesar de as pilhas serem pequenas, têm de passar por muitas fases até estarem prontas para serem vendidas.

COMO É QUE FUNCIONA UMA PILHA?

Como funciona exatamente uma pilha? E de onde provém toda aquela energia?

O FUNCIONAMENTO INTERNO DE UMA PILHA
Um recetáculo de aço constitui a estrutura da pilha, que contém os elétrodos, um ânodo (o terminal negativo) e um cátodo (o terminal positivo). O cátodo é composto por anéis mate prateados feitos de dióxido de manganês, grafite e eletrólito. O ânodo é a pasta de zinco localizada dentro do separador. O separador mantém os eletrólitos separados para evitar um curto-circuito. 
O que acontece entre a pilha e o aparelho elétrico?
A reação química no ânodo liberta eletrões, que circulam como uma corrente elétrica no polo negativo no circuito de carga. Os eletrões regressam pelo polo positivo e são utilizados numa segunda reação química no interior do cátodo pelo óxido de manganês. A energia começa então a circular de ânodo para cátodo, fazendo com que, finalmente, uma lanterna emita luz. Quanto maior for o número de eletrões disponível, e mais depressa estes se moverem, maior será o fluxo da corrente.

É difícil imaginar tudo o que acontece dentro de uma pilha tão pequena. São necessários vários processos químicos no final para uma pilha ser capaz de fornecer energia.
O que acontece na pilha?
A descarga ocorre quando uma pilha é ligada ao circuito elétrico de um aparelho como, por exemplo, uma lanterna. Quando isto acontece, o ânodo e o cátodo reagem entre si, fazendo circular uma carga elétrica entre ambos. Durante este processo, uma corrente de iões circula no eletrólito e através do separador do cátodo para o ânodo.